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	<title>Soja &#187; Ferrugem</title>
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	<description>Tudo sobre a Soja</description>
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		<title>CONTROLE DO FERRUGEM DA SOJA</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 01:40:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O controle da ferrugem da soja exige várias combinações de diferentes fatores. Dentre os mais importantes pode-se destacar os seguintes: Rotação de cultura; Melhoramento do material genético; Desenvolvimento de cultivares resistentes/tolerantes que minimizem as perdas; Antecipação do plantio em média para 1° de outubro até 25 de dezembro; Interferência de vários tipos de solos e [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>O controle da ferrugem da soja exige várias combinações de diferentes fatores. Dentre os mais importantes pode-se destacar os seguintes:</p>
<p>Rotação de cultura;<br />
Melhoramento do material genético;<br />
Desenvolvimento de cultivares resistentes/tolerantes que minimizem as perdas;<br />
Antecipação do plantio em média para 1° de outubro até 25 de dezembro;<br />
Interferência de vários tipos de solos e clima;<br />
Utilização da calagem na cultura;<br />
Eficiência dos vários produtos químicos no controle;<br />
Solos drenados e descompactados;<br />
Aumento da matéria orgânica;<br />
Densidade populacional equilibrada;<br />
Uso de fungicidas dos grupos dos trianóis e das estrubilurinas que mostraram mais eficiência;<br />
Momento certo da aplicação do fungicida;<br />
Monitoramento da lavoura, durante todo o ciclo;<br />
Conhecimento da evolução da doença;<br />
Buscar orientação específica junto aos órgãos de pesquisa ou assistência técnica;<br />
Épocas de temperaturas mais altas reduzem a incidência da doença;<br />
Estudo dos genes do DNA de soja selecionada capazes de resistir a doença da ferrugem original.<br />
Outro fator importante no que se refere a sobrevivência da ferrugem da soja é a safrinha, ou entressafra. Medidas como a antecipação da semeadura e o plantio de cultivares precoces acabam não tendo efeito quando a soja é cultivada continuamente. A soja no inverno se torna um problema porque serve de hospedeira para o fungo. &#8220;Como o esporo continua se multiplicando, ele está presente no ar em maior quantidade quando se inicia o plantio de verão. É por isso que, este ano, a ferrugem foi identificada em várias fases da planta e, normalmente, muito mais cedo do que nos anos anteriores&#8221; (VELOSO, J. F. &#8211; EMBRAPA).</p>
<p>Segundo o pesquisador da Embrapa Soja, José Tadashi Yorinori, as áreas de produção de semente no inverno, principalmente na região Central do Brasil, foram responsáveis pelo surgimento precoce da ferrugem nesta safra: &#8220;O que nos preocupa são as perdas, que vão crescendo a cada safra, uma vez que o fungo consegue se multiplicar ainda mais&#8221;, explica Tadashi.</p>


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		<title>EFEITOS DO FERRUGEM DA SOJA</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 01:39:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O efeito da infecção pelo fungo P. pachyrhizi causa um rápido amarelamento ou bronzeamento das folhas, ocasionando a queda prematura das mesmas. Não é comum a infestação dos sintomas antes do estádio de desenvolvimento R4, sendo que no estádio R5, encontra-se o ponto crítico. Quanto mais cedo ocorrer a desfolha, menor será o grão, ocasionando [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>O efeito da infecção pelo fungo P. pachyrhizi causa um rápido amarelamento ou bronzeamento das folhas, ocasionando a queda prematura das mesmas. Não é comum a infestação dos sintomas antes do estádio de desenvolvimento R4, sendo que no estádio R5, encontra-se o ponto crítico. Quanto mais cedo ocorrer a desfolha, menor será o grão, ocasionando perda de rendimento e qualidade dos mesmos. Em casos severos, quando a soja é atingida pela doença na fase de formação das vagens, ocorre o abortamento, e a conseqüente queda das vagens. Ocasionando assim perdas entre 10 a 80%, ou o total do rendimento quando a incidência for muito agressiva. Os efeitos da ferrugem podem ser minimizados com o escalonamento do plantio. A soja plantada cedo, e sendo (precoce) deverá sofrer menos os efeitos da ferrugem, devido a menor quantidade de esporos do fungo no ar. O fungo não é transmitido via semente ou grãos. (Wendel Seixas, Diário da manhã).</p>


<p></p>]]></content:encoded>
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		<title>DISSEMINAÇÃO FERRUGEM NA SOJA</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 01:39:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As condições ideais de ambiente para o desenvolvimento da ferrugem da soja estão entre as temperaturas de 16°C à 24°C, com abundante formação de orvalho, necessitando de apenas 11 a 20 dias para a produção de novas partículas de contaminação, ou uredosporos. A disseminação é feita principalmente através da dispersão das partículas infectantes pelo vento. [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>As condições ideais de ambiente para o desenvolvimento da ferrugem da soja estão entre as temperaturas de 16°C à 24°C, com abundante formação de orvalho, necessitando de apenas 11 a 20 dias para a produção de novas partículas de contaminação, ou uredosporos. A disseminação é feita principalmente através da dispersão das partículas infectantes pelo vento. Os uredosporos são levados para lavouras próximas, ou longas distâncias, bem como um número grande de hospedeiros, assim como a presença da soja guaxa no inverno, e a safrinha, que também são disseminadores em potencial da ferrugem da soja.</p>


<p></p>]]></content:encoded>
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		<title>SINTOMAS DA FERRUGEM NA SOJA</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 01:39:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As lesões nas folhas de cultivares suscetíveis são predominantemente castanho-claro (&#8220;TAN&#8221;), podendo ocasionar crestamento foliar, quando em alta incidência. Em cultivares resistentes ou tolerantes, as lesões predominantes são de cor castanho-avermelhado (RB). Os sintomas iniciam-se nas folhas inferiores (adaxiais) e são caracterizados pelo aparecimento de pontos minúsculos de no máximo 1,2 mm de diâmetro, de [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>As lesões nas folhas de cultivares suscetíveis são predominantemente castanho-claro (&#8220;TAN&#8221;), podendo ocasionar crestamento foliar, quando em alta incidência. Em cultivares resistentes ou tolerantes, as lesões predominantes são de cor castanho-avermelhado (RB).</p>
<p>Os sintomas iniciam-se nas folhas inferiores (adaxiais) e são caracterizados pelo aparecimento de pontos minúsculos de no máximo 1,2 mm de diâmetro, de coloração esverdeada a cinza-esverdeada, porém mais escuros do que o tecido sadio da folha. Devido ao hábito biotrópico do fungo em nutrir-se do tecido vivo das plantas, em cultivares suscetíveis, a morte das células ocorre somente após abundante esporulação. Por isto a difícil visualização das lesões neste estádio. À medida que ocorre a morte dos tecidos infectados as manchas aumentam de tamanho e adquirem uma coloração castanho-avermelhado.<br />
No lado abaxial da folha, no local correspondente aos pontos descritos na parte adaxial, observa-se minúsculos pontos, tipo protuberâncias, também chamadas de pústulas, que vão adquirindo coloração castanho-clara a castanho-escura. Estas estruturas são de frutificação do fungo ou urédias, onde se encontram as partículas infectadas ou uredosporos. Os uredosporos inicialmente de coloração cristalina, tornam-se beges e acumulam-se ao redor dos poros, ou são carregados pelo vento.</p>
<p>Os sintomas da ferrugem asiática da soja podem ser facilmente confundidos com os sintomas iniciais da mancha parda, causada pelo fungo (Septoria glycines), doença esta que pode ocorrer tanto no início quanto no final do ciclo. Em ambos os casos as folhas infectadas amarelam, secam e caem. As semelhanças das doenças de final de ciclo (mancha parda e crestamento foliar de cercospora) com a ferrugem asiática, e o uso de fungicidas para o controle destas doenças, podem ter feito com que a ferrugem não fosse identificada anteriormente. Outra doença que pode causar confusão sintomática é o crestamento bacteriano (Pseudomonas savastanoi pv. glycinea).</p>


<p></p>]]></content:encoded>
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		<title>FERRUGEM DA SOJA Phakopsora pachyrhizi</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 01:38:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A ferrugem da soja pode ser causada por duas espécies de fungo: Gênero Phakopsora: P. meibomiae (Arth.) &#8211; Causadores da ferrugem &#8220;Americana&#8221;. Gênero P. pachyrhizi Sydow &#038; P. Sydow, causadores da ferrugem &#8220;Asiática&#8221;. Identificada no Brasil, em Lavras (MG) em 1979. Ocorre com mais freqüência no final da safra, em soja tipo &#8220;safrinha&#8221; e em [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>A ferrugem da soja pode ser causada por duas espécies de fungo:</p>
<p>Gênero Phakopsora: P. meibomiae (Arth.) &#8211; Causadores da ferrugem &#8220;Americana&#8221;.<br />
Gênero P. pachyrhizi Sydow &#038; P. Sydow, causadores da ferrugem &#8220;Asiática&#8221;.</p>
<p>Identificada no Brasil, em Lavras (MG) em 1979. Ocorre com mais freqüência no final da safra, em soja tipo &#8220;safrinha&#8221; e em soja guaxa, restringindo seu aparecimento nas regiões mais amenas. É endêmica, não causa muitos danos à produção, entretanto, o controle da ferrugem americana é imprescindível desde o início da safra, pois o fungo vai estar presente no solo. Qualquer indício de ferrugem na lavoura o agricultor deve estar atento, para imediato controle.</p>
<p>Tendo como porta de entrada o Paraguai, hoje está presente em todo o país. Constatada em 2001, no Paraná, teve uma expansão muito agressiva, prejudicando muito a safra 2002/2004.</p>
<p>Atualmente a ferrugem asiática, é, sem dúvida, a doença mais preocupante da cultura da soja, devido principalmente a falta de pesquisas sobre o assunto. As pesquisas estão apenas iniciando seus trabalhos de investigação sobre este agressivo fitopatógeno, que se propaga pelo vento, e pouco se sabe sobre sua potencialidade. Sabe-se que deve existir um número grande de variabilidade de raças altamente específicas para os genótipos da soja hoje disponível.</p>


<p></p>]]></content:encoded>
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		<title>DOENÇAS FOLIARES NA SOJA</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 01:37:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tratando-se de doenças foliares da soja, destacam-se duas situações, uma antes de 1990, e a outra após esta data. No primeiro momento, o número de doenças era restrito, ocorriam de forma isolada, em localidades diferentes, sem causar maiores danos econômicos. Era algo a ser estudado como curiosidade. A morte em reboleira (Rhizoctonia solan) era a [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>Tratando-se de doenças foliares da soja, destacam-se duas situações, uma antes de 1990, e a outra após esta data.</p>
<p>No primeiro momento, o número de doenças era restrito, ocorriam de forma isolada, em localidades diferentes, sem causar maiores danos econômicos. Era algo a ser estudado como curiosidade. A morte em reboleira (Rhizoctonia solan) era a situação que melhor caracterizava a doença, e ocorria próximo ao florescimento, isto devido ao teor de matéria orgânica que os solos naturais e de matas recém incorporadas apresentavam num cultivo intensivo. Depois outras doenças se instalaram, como o ataque da mancha foliar, conhecida por &#8220;olho-de-rã’’. Hoje, devido às variedades resistentes estas doenças estão sob controle&#8221;.</p>
<p>Após 1990 as doenças começaram a causar significativos danos nos rendimentos econômicos. Como causas do aparecimento de novas doenças destacam-se diversos fatores tais como: Compactação do solo, monocultura e introdução de doenças provenientes de outros países através de sementes.</p>
<p>As pesquisas adquiriram um caráter importante. Os melhoramentos genéticos, as novas tecnologias, deram início a grandes projetos de pesquisas. O controle das doenças através da resistência genética é o modo mais eficaz e econômico para o controle da maioria das doenças. No entanto, não há disponibilidade no mercado de cultivares resistentes a todas as doenças. A eliminação, ou a manutenção sob controle das doenças depende de pesquisas, com base no conhecimento das exigências específicas de cada doença, juntamente com a cultivar; a integração de práticas culturais como rotação de culturas; a resistência varietal; processos de tratamentos químicos das partes aéreas; adubação; calagem; plantio direto; densidade no plantio; controle de ervas daninhas e outros.</p>


<p></p>]]></content:encoded>
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		<title>PROBLEMA DA FERRUGEM DA SOJA</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 01:36:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferrugem]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil situa-se como primeiro produtor mundial da soja, intercalando-se em segundo lugar com os Estados Unidos, ficando na dependência das condições climáticas. Com uma produção mundial de 190 milhões de toneladas, no ano agrícola 2003/2004 o Brasil produziu em média 58 milhões de toneladas de soja em 18 milhões de hectares plantados com aproximadamente [...]


]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil situa-se como primeiro produtor mundial da soja, intercalando-se em segundo lugar com os Estados Unidos, ficando na dependência das condições climáticas.</p>
<p>Com uma produção mundial de 190 milhões de toneladas, no ano agrícola 2003/2004 o Brasil produziu em média 58 milhões de toneladas de soja em 18 milhões de hectares plantados com aproximadamente 158 cultivares desenvolvidos para atender a diferentes regiões. Principalmente no que concentra a demanda para as regiões mais produtoras, Sul e Centro-Oeste.</p>
<p>Um dos principais fatores limitantes da obtenção de rendimentos estão as doenças foliares, que em geral são de difícil controle. As condições climáticas de cada safra definem como as doenças variam de ano para ano e de região para região, sendo estimadas perdas por doenças na ordem de 15 a 20%, podendo trazer a perda quase total ou total da safra.</p>
<p>Cerca de 40 doenças causadas for fungos, bactérias, vírus e nematóides já foram identificadas nas regiões produtoras do Brasil. O aumento das mesmas está diretamente ligado aos fatores: expansão de novas áreas de plantio e monocultura.</p>
<p>Hoje, a maior preocupação é o surgimento nas lavouras brasileiras da doença diagnosticada como sendo a &#8220;ferrugem da soja&#8221; (Phakopsora pachyrhizi Sidow). Que na safra passada, além de dizimar algumas plantações, causou dano econômico em cerca de 400 mil hectares, no Brasil inteiro, não poupando regiões.</p>


<p></p>]]></content:encoded>
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