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CONTROLE DO FERRUGEM DA SOJA

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O controle d

a ferrugem da soja exige várias combinações de diferentes fatores. Dentre os mais importantes pode-se destacar os seguintes:

Rotação de cultura;
Melhoramento do material genético;
Desenvolvimento de cultivares resistentes/tolerantes que minimizem as perdas;
Antecipação do plantio em média para 1° de outubro até 25 de dezembro;
Interferência de vários tipos de solos e clima;
Utilização da calagem na cultura;
Eficiência dos vários produtos químicos no controle;
Solos drenados e descompactados;
Aumento da matéria orgânica;
Densidade populacional equilibrada;
Uso de fungicidas dos grupos dos trianóis e das estrubilurinas que mostraram mais eficiência;
Momento certo da aplicação do fungicida;
Monitoramento da lavoura, durante todo o ciclo;
Conhecimento da evolução da doença;
Buscar orientação específica junto aos órgãos de pesquisa ou assistência técnica;
Épocas de temperaturas mais altas reduzem a incidência da doença;
Estudo dos genes do DNA de soja selecionada capazes de resistir a doença da ferrugem original.
Outro fator importante no que se refere a sobrevivência da ferrugem da soja é a safrinha, ou entressafra. Medidas como a antecipação da semeadura e o plantio de cultivares precoces acabam não tendo efeito quando a soja é cultivada continuamente. A soja no inverno se torna um problema porque serve de hospedeira para o fungo. “Como o esporo continua se multiplicando, ele está presente no ar em maior quantidade quando se inicia o plantio de verão. É por isso que, este ano, a ferrugem foi identificada em várias fases da planta e, normalmente, muito mais cedo do que nos anos anteriores” (VELOSO, J. F. – EMBRAPA).

Segundo o pesquisador da Embrapa Soja, José Tadashi Yorinori, as áreas de produção de semente no inverno, principalmente na região Central do Brasil, foram responsáveis pelo surgimento precoce da ferrugem nesta safra: “O que nos preocupa são as perdas, que vão crescendo a cada safra, uma vez que o fungo consegue se multiplicar ainda mais”, explica Tadashi.

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