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CORREDORES DE ESCOAMENTO DA SOJA
Dada a elevada representatividade da soja nas exportações agrícolas – atual de 66%, devendo chegar a 74% do total em 2007, elegeu-se este produto como base das simulações de avaliação das disponibilidades de transporte.
O escoamento da produção e exportação da soja é feito através de 10 Corredores principais, a partir das Macro-Regiões produtoras do Cerrado e Sul.
Conforme citado anteriormente, os portos mais importantes são os de Paranaguá, Santos e Rio Grande, que foram responsáveis por quase 80% de toda a exportação do complexo soja em 2003.
As ferrovias atendem somente aos portos de São Luís, Vitória, Santos, Paranaguá, São Francisco do Sul e Rio Grande.
Quanto ao Cerrado cabe destacar que:
Exporta sua produção, equivalente a 60% do total nacional, através de quase todos os portos, com maior utilização de Santos, Paranaguá e Vitória.
Todos os portos estão muito distantes das fontes produtoras e como tal o transporte é fator preponderante na competitividade do negócio.
Compartilha os portos de Santos, Paranaguá e São Francisco do Sul com a produção da Região Sul, o que causa congestionamentos na época da safra, pelas deficiências tanto dos acessos viários quanto das capacidades portuárias.
Necessitando de alternativas, o agronegócio vem procurando novas saídas pelo Noroeste, Norte e Nordeste, representadas pelos embarques de Itacoatiara, Santarém e São Luís que, embora de pequena monta, tendem a crescer.
Itacoatiara é acessado por hidrovia a partir de Porto Velho, que recebe soja via rodovia.
Os embarques de Santarém dependem da BR 163, procedente de Cuiabá, mas que é intransitável 8 meses por ano.
Vem também sendo ampliado o escoamento via o corredor de Vitória, atendido pela CVRD, através da FCA e EFVM.
Quanto a Macro-Região Sul:
A produção está mais próxima aos portos de embarque de Santos, Paranaguá, São Francisco do Sul e Rio Grande.
Utiliza a ferrovia ALL para acesso aos portos do Sul – Paranaguá, São Francisco do Sul e Rio Grande; e rodovia para acesso a Santos.
Enfrenta, nos portos compartilhados com a produção do Cerrado, os problemas de congestionamentos na safra.
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